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Anos mais tarde, com
a prática de esportes em meio a natureza, surgiu a oportunidade de viajar
e acionar o disparador inúmeras
vezes. Logo em seguida vieram os cursos de especialização. Então
o arquivo de imagens cresceu e, com as indicações dos amigos, a
possibilidade de fotografar profissionalmente se tornou realidade.
Atualmente Orlei trabalha com equipamentos de última geração e seu foco é
a captação de imagens de eventos sociais e de outdoor sports.

Suas imagens ilustram: blogs, sites, palestras, servem para presentear um
amigo e contam histórias de viagens, lugares, pessoas e experiências que
deveriam ser compartilhadas.
Orlei já participou dos concursos:
-
National Geografic Photo Contest 2011
E já foi juri dos concursos:
- Inusitado - Tribunal Regional do
Trabalho - RS - 2011
-
Extremos - SP - 2011
Para conversar sobre fotografia, tirar dúvidas, consultar os valores dos
serviços ou saber mais sobre o Orlei entre em contato ou acesse a
entrevista.
"O verdadeiro fotógrafo, como qualquer artista, deve escolher o caminho
com o coração e nele viajar incansalvemente, contemplando como pessoa,
tudo o que é vivo. Absolutamente íntegro, sem propósito à alcançar, sem
submissão a regras e fórmulas, sem necessidade de parecer brilhante ou
original, só assim autêntico e livre pode captar o espírito criador em
movimento. Aquele que mergulha na viagem do ver tem que estar com as
portas da percepção sempre abertas, saber que diante do eterno precisa
esquecer de si próprio. A criação é o que importa, caminho de
conhecimento, poderosa arma de encontrar o mundo. O ato criativo é
contínuo e sem fim, a prática sempre renovada de contemplar humaniza a
visão, anula verdades, permite a inventividade, realça o eu interior. A
recompensa é a experimentação mística do encontro com a beleza. O
fotógrafo sente, neste momento fugaz, algo parecido com o satori zen
budista, um momento de revelação, um indefinido e maravilhoso prazer.
Nessa respeitosa relação consigo mesmo, o fotógrafo cria algo de original
com espontaneidade e fluência, o observador se confunde com a coisa
observada, o vazio se instaura, o que estava contido volta a pulsar, o que
antes era pressentimento agora é realização. A pureza do seu diálogo, por
mais fotos que faça, por mais poeira que tire dos olhos, continuará
andando solitário com sua câmera, mas ele também sabe que esta aprendendo
outra arte bem maior, a arte de não ser coisa alguma, de não ser mais que
o nada, de dissolver a si próprio no vazio entre o céu e a terra." -
Fernando Pessoa |